FSC404

FSC 404 – Laboratório de Física IV

“O Laboratório de Física deve ser, antes de tudo, uma ponte que conduza o estudante, a partir das Leis e Postulados idealizados e discutidos nos livros-texto, ao que realmente acontece no mundo real. O Laboratório não pode ser considerado como uma disciplina separada num curso de graduação em Física. Ele deve ser uma parte específica do estudo de Física, pois ela é essencialmente uma ciência experimental.” – Juraitis e Domiciano.

Objetivo

Realizar experiências de laboratório em circuitos de corrente alternada, óptica geométrica, óptica física e espectroscopia óptica.

Materiais

Links interessantes (applets, tutoriais, e apostilas)

Ementa

UNIDADE 1 - ESTUDO EXPERIMENTAL DAS OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS E DA CORRENTE ALTERNADA
 1.1 - Teoria e prática do uso do osciloscópio.
 1.2 - Circuitos resistivos indutivos e resistivos capacitivos.
 1.3 - Circuitos resistivos indutivos capacitivos, circuitos ressonantes.
 1.4 - Oscilações amortecidas.
 1.5 - Ondas eletromagnéticas (espectro, propriedades, propagação e recepção).
 UNIDADE 2 - ESTUDO EXPERIMENTAL DA ÓPTICA GEOMÉTRICA
 2.1 - Leis de reflexão e da refração.
 2.2 - Espelhos planos e esféricos.
 2.3 - Lentes.
 2.4 - Instrumentos ópticos simples.
 UNIDADE 3 - ESTUDO EXPERIMENTAL DA ÓPTICA FÍSICA
 3.1 - Interferência.
 3.2 - Difração.
 3.3 - Polarização.
 UNIDADE 4 - ESTUDO EXPERIMENTAL DOS FUNDAMENTOS QUÂNTICOS
 4.1 - Espectro do corpo negro.
 4.2 - Efeito foto-elétrico.
 4.3 - Espectros atômicos e moleculares.

Avaliação

Feita a média aritmética das provas e relatórios MF serão observados os critérios:

Se MF > 7,00 aprovação
Se MF 5,00 aprovação
Se [(MF + E) / 2] < 5,00 reprovação
Presença mínima em 75% das aulas.

Créditos, fontes de pesquisa e bibliografia

O que se espera de um relatório

Em princípio, um relatório deve ser redigido de forma tal que, quando ele for lido por alguém que não presenciou o experimento fique informado (i) do que foi feito, (ii) do que se obteve, (iii) das conclusões e (iv) das limitações do experimento. Pode-se supor que o leitor tenha algum conhecimento prévio em física.

Genericamente, um relatório deverá conter:

INTRODUÇÃO, onde se diz a que se propões a experiência. Por que realiza-la. Qual o fenômeno em estudo. Que conhecimentos ou informações a respeito do fenômeno, ou do sistema em estudo, pretendemos obter. Que questões, basicamente, estaremos tentando responder.

EXPOSIÇÃO TEÓRICA, onde se expõem os conhecimentos teóricos necessários à compreensão, tratamento e/ou análise do experimento e dos dados e resultados obtidos. Quais as leis, as relações entre grandezas e princípios.

DESCRIÇÃO DA APARELHAGEM que foi utilizada. Aqui é importante salientar a função do instrumento/equipamento no experimento.

DESCRIÇÃO DA MONTAGEM, do MÉTODO e do PROCEDIMENTO que foi seguido na obtenção das medidas e eventuais observações a margem do procedimento.

EXPOSIÇÃO DOS DADOS obtidos a partir das medidas, sob a forma de médias, desvio padrão, tabelas, gráficos e etc., convenientemente organizados de modo a facilitar a análise.

ANÁLISE DOS DADOS, com discussão sobre precisão, a validade, as possíveis causas de erro, algarismos significativos, etc.

CONCLUSÕES obtidas a partir da análise dos dados.

Obviamente, tais itens não necessitam aparecer assim discriminados, nem nesta ordem em todos os relatórios. O aluno deverá julgar, em cada caso, da conveniência de incluí-los ou não, de ordená-los, de reagrupá-los.

Um bom relatório deve ser CONCISO. Não gaste espaço como coisas irrelevantes.

NÃO COPIE O LIVRO TEXTO E/OU ROTEIRO.